Hitler revoltado com as mudanças no AV e as injustiças do Senac

Vídeo feito para a aula de Multimídia e Hipermídia – cultura da convergência.

Affordances

Algo muito presente nos games, mas que pouco se nomeia é o conceito de affordance, que na realidade é algo muito simples: affordance é um termo que se refere ao universo de possibilidades entre uma pessoa e um objeto, o que a pessoa pode fazer com o objeto; não se refere exatamente a função para a qual ele foi projetado (o que o termo significa quando o assunto é design industrial), mas a tudo que ele pode fazer. É claro que o sujeito que interage com um objeto virtualmente tem uma relação muito diferente com esse objeto do que alguém que o tem em mãos – o primeiro afim de explorar o mundo com o qual interage busca todas as possibilidades que o objeto proporciona (o que pode torná-lo crível, ou ajudar na ambientação, é a programação desse para responder de forma fisicamente coerente); o segundo, na maioria das vezes, afim de utilizar o objeto simplesmente pela sua praticidade, não passa muito desse nível de exploração.

Um game que traz inúmeras affordances para o mesmo objeto é o GTA: um carro não é utilizado simplesmente para se cumprir grandes distâncias em um curto espaço de tempo, mas pode-se também ficar de pé sobre o carro, quebrar todos os vidros dele, ou amassá-lo todo, ou até mesmo explodi-lo. Então, o que pode ser uma grande obviedade, o carro além de um meio de locomoção é também uma arma (e outras tantas coisas).

Fora isso, ainda no mesmo jogo, a questão da resposta física coerente também aparece quando um automóvel, por exemplo, sai de uma pista asfaltada para uma de terra ou um campo gramado. A resposta do automóvel para os diferentes pisos é diferente. O carro derrapa mais, ou é mais instável, perde ou ganha rendimento.

Um objeto, dentro dos games, é bem construído se, dentro do universo do jogo, a resposta física é coerente e se proporciona um grande número de possibilidades para além das quais ele foi, aparentemente, desenhado.

Faith Fighter

 

“Faith Fighter é um jogo de luta para esses tempos sombrios que nos rodeiam. Escolha sua fé e destrua seus inimigos. Seja intolerante! A religião nunca foi tão divertida!”

 

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Faith Fighter é um jogo de lutas online desenvolvido pelo website Molleindustria.
Os jogadores podem escolher entre uma série de entidades religiosas para os representarem no jogo. Existem entidades para todos os gostos: Deus, Jesus Cristo, Ganesha, Buddha, Budai, Xenu e o Profeta Maomé, sendo que o último causou tanta controvérsia que a equipe do jogo teve de fazer uma versão censurada, onde o rosto de Maomé é coberto por um círculo preto.
Apos derrotar todos seus oponentes, o jogador devera enfrentar Xenu em uma batalha final (fase do chefão).

Cada personagem tem seus próprios golpes, todos tirados de doutrinas das respectivas religiões, o que leva o jogador a querer testar todos os possíveis poderes de cada criatura.

Apesar de ser um jogo simples, é divertido ver, por exemplo, Deus soltando seu ataque Holy Ghost, uma espécie de Espírito Santo em forma de Hadouken, ou Jesus em sua pose de crucificação girando agressivamente para acertar seu adversário com o golpe Holy Cross.

A jogabilidade é boa e os comandos, também reeditáveis pelos jogadores, respondem rapidamente. Ao contrario de muitos outros jogos do mesmo gênero, a utilização dos poderes é bem simples.

A proposta do jogo, porém, não é incentivar a fúria dos religiosos e a discórdia entre eles, mas sim fazer o jogador perceber que esta não é a saída para os conflitos.

O jogo critica qualquer tipo de intolerância religiosa e propõe uma reflexão sobre como a religião e as figuras sagradas são constantemente usadas como justificativa para conflitos entre nações e pessoas. É só conferir a frase de apresentação do jogo para ter uma ideia do que esta por vir.

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